Mamães Olímpicas

Roseane(mãe do Arthur Zanetti)


Não sei vocês, mas tenho me emocionado bastante com os jogos olímpicos... principalmente quando vejo a família vibrando, torcendo junto!! E claro, vejo a mãe se emocionando tanto nas vitórias, como nas derrotas!
 
Imagino que a presença da família neste momento é fundamental, trazem conforto, segurança e na hora da derrota, trazem o colo!
 
Todos que ali estão, lutaram muito para conquistar uma vaga neste evento mundial, todos estão ali para competirem e buscam a vitória! Para isso, receberam apoio de várias pessoas e a família tem papel importante nesta caminhada.
 
Outro dia assisti ao filme "A grande vitória", que mostra a trajetória do judoca Max Trombini e vi que o papel da mãe, apoiando e custeando seus treinos, foi o que levou o atleta a conquistar seus sonhos. Ela gastava o que tinha e o que não tinha para que o filho conquistasse o seu espaço no esporte, costurou do seu jeito o primeiro quimono que ele usou ao começar as aulas.

Assistam, pois além de uma bela história, tem o belo Caio Castro!(rsrs)


Hoje assisti a ginástica olímpica e acompanhei o brasileiro Arthur Zanetti nas argolas e quem estava na torcida, se emocionando a cada minuto? A mãe Roseane... vibrou, chorou, sorriu!!

Outra mãe guerreira é a Dona Zenilda, mãe da judoca Rafaela Silva, ela esteve com a filha o tempo todo e trouxe palavras que com certeza fizeram a diferença: "Confia minha filha!!". Em entrevista, Dona Zenilda contou que sonhou com a medalha, mas não sabia que era a de ouro! O Brasil inteiro se emocionou com a atleta, que veio de uma comunidade carente e já havia sido alvo de racismo!


Já o atleta Thiago Braz, foi abandonado pela mãe e a avó foi quem criou e cuidou dele!! Foi incentivado pelo seu tio, que também é atleta!! Ganhou o ouro e celebrou uma grande conquista em sua vida!


E são muitas histórias de mães na Olimpíadas 2016...exemplos de que o apoio, o incentivo é fundamental quando se tem um sonho!! No Globo Esporte tem um quadro super emocionante, mostrando um pouco da vida das mães de atletas olímpicos, clique aqui.
 
Que possamos ser as maiores parceiras dos nossos filhos, estando sempre ao lado, vibrando e torcendo por eles!!
 
 




Livros Editora Edelbra

 
Essa semana recebemos aqui em casa um presente delicioso da Editora Edelbra. Imagina a alegria de uma professora que ama ler, ganhar uma caixa recheada de livros bons, de qualidade, de autores reconhecidos...Aquele cheirinho de livro novo que só quem gosta de leitura sabe como é bom!!!!

 
Me encantei com os títulos e com a carta cheia de carinho que veio junto. Eu acredito muito na importância da leitura e tenho compartilhado aqui no blog a minha experiência com livros desde que a Bia era bebê!!


Acompanhe nosso instagram que toda semana farei a resenha de um livro da Editora Edelbra e compartilharei nossas impressões com todos. Vou levar alguns para contar para os meus alunos também, tenho certeza que eles vão adorar!
 
 
A Editora Edelbra é um grupo de empresas que multiplica conhecimento e, com isso, muda a vida das pessoas. É movida por desafios. Ultrapassa limites evoluindo sempre. Vem assumindo desafios, se reinventando e hoje apresenta uma produção consistente voltada para a educação básica. Vem desenvolvendo um catálogo inovador, composto por obras de importantes autores brasileiros e internacionais, com apuro editorial e acabamento cuidadoso. Uma editora presente no mercado há mais de 40 anos!
 

Claro que a Bia já escolheu o seu preferido, "O livro dos porquês" foi o primeiro que ela pegou para ler. Uma explicação sobre as coisa da vida de forma objetiva e cheia de poesia... 


Bom demais receber presentes assim não é?





A importância do brincar para a escrita

 
Eu sei que muitas podem estar pensando: o que o brincar tem a ver com a escrita?
Nessas minhas andanças na internet achei um texto perfeito, que se encaixa em tudo que tenho falado diariamente, como mãe e educadora,  o que sempre costumo explicar para as pessoas que vão conhecer a creche em que sou coordenadora.
 
O texto, no blog Brincando por aí explica que "A criança antes de ser alfabetizada,  precisa desenvolver algumas habilidades que lhe possibilitarão conquistar a coordenação motora fina, que proporcionará a preensão adequada do lápis, o equilíbrio que sustentará a postura correta para se manter sentada e conseguir um bom desempenho da coordenação viso motora e da manutenção da atenção e da concentração, entre outros."
 
Quando falamos que não é saudável insistir na alfabetização antes da hora é porque, realmente gera um prejuízo ou até mesmo deixa de conquistar certas habilidades.
 
Ainda segundo texto de Bruna Gomes: "A alfabetização está ocorrendo cada vez mais cedo, forçando a maturação de estruturas que ainda não estavam preparadas. Mesmo as brincadeiras, têm sido substituídas por programas infantis e desenhos animados. Por mais educativos que aparentem ser, pouco oferecem de útil, pois para o nosso sistema nervoso realizar um registro de experiência, necessita uma vivência real (subir, correr, explorar um objeto com as mãos e sentir sua forma, sua textura, sentir diferentes temperaturas, criar funções para um brinquedo, entender conceitos brincando, por ex. “embaixo” ao passar sob algo, “em cima” ao escalar uma árvore, entre outros) e não a oferta virtual e bidimensional da TV e do computador.
 
Essas experiências do brincar sadio auxiliarão, inclusive, nos ganhos da orientação espacial e da lateralidade (dominância lateral), fundamentais para a escrita. Dificuldades com essas habilidades e com as demais citadas, poderão causar disfunções como: inversões de letras e espelhamento, escrita fora da linha, lateralidade indefinida, força exagerada na escrita e no desenho, entre outros.
 
Para quem não sabe, o desenvolvimento ocorre do proximal para o distal e da cabeça aos pés e sempre parte de uma motricidade grossa para uma habilidade mais fina. Então, antes de fazer a preensão do lápis, que exige coordenação motora fina, a criança precisa trabalhar as articulações anteriores (mais proximais) por meio de atividades que estimulem a coordenação motora grossa. Trabalhar o membro superior por completo (ombro, cotovelo, punho), antes de chegar às falanges dos dedos, em movimentos mais refinados como a pinça e a preensão.
 
Brincadeiras que desenvolvem essas articulações são: arremessar bolas, brinquedos que simulem o martelar, que deem noção de profundidade, manuseio de objetos com as 2 mãos, massa de modelar e argila que trabalham a força, tonicidade muscular, etc."
 
 
Então amigos, não tenham pressa, não pulem etapas, cada coisa no seu tempo!!
E vou te contar um segredo...a infância passa muito rápido...dê valor aquilo que realmente tem valor!!
E eu não poderia deixar de aproveitar o post e recordar um pouquinho da infância da Bia que tenho certeza foi muito feliz!!!



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

OLha esse vento nas costas,menino!




OLHA ESSE VENTO NAS COSTAS, MENINO!
 DrauzioVarela


Cuidado com a friagem, meu filho! Minha avó falava assim. A sua, provavelmente, também. Acho que todas as avós do mundo tiveram essa preocupação com os netos. Acostumados a considerar sábios os conselhos que chegaram até nós pela tradição familiar, também insistimos com nossos descendentes para que se protejam da friagem e dos golpes de vento, sem nos darmos conta de que fica estranho repetirmos tal recomendação ingênua em pleno século 21.

Se friagem fizesse mal, a seleção natural certamente nos teria privado da companhia de suecos, noruegueses, canadenses, esquimós e de outros povos que enfrentam a tristeza diária de viver em lugares gelados.

A crendice de que o frio e o vento provocam doenças do aparelho respiratório talvez seja fácil de explicar. Sem idéia de que existiam vírus, fungos ou bactérias, nossos antepassados achavam lógico atribuir as gripes e resfriados, que incidiam com maior freqüência no inverno, à exposição do corpo às temperaturas mais baixas.

É possível que a conclusão tenha sido reforçada pela observação de que algumas pessoas espirram e têm coriza quando expostas repentinamente às baixas temperaturas, sintomas de hipersensibilidade (alergia) ao frio, que nossos bisavós deviam confundir com os do resfriado comum.

Confiantes na perspicácia de suas observações, as gerações que nos precederam transmitiram a crença de que friagem e golpes de ar provocam doenças respiratórias, restringindo a liberdade e infernizando a vida de crianças, adolescentes e até dos adultos:

- Não beba gelado, filhinho! Não apanhe sereno! Não saia nesse frio, minha querida, vai pegar um resfriado! Agasalhe essa criança; ela pode ficar gripada. Feche a janela, olhe esse vento nas costas! Descalço no chão frio? Vá já calçar o chinelo!

Crescemos obedientes a essas ordens. Quanto calor devemos ter sofrido no colo de nossas mães enrolados em xales de lã em pleno verão? Quantos guaranás mornos fomos obrigados a tomar nos aniversários infantis?

Quantas vezes interromperam nossas brincadeiras porque começava a cair sereno?

A partir dos anos 1950, foram realizadas diversas pesquisas para avaliar a influência da temperatura na incidência de gripes, resfriados e outras infecções das vias aéreas.

Nesses estudos, geralmente realizados nos meses de inverno rigoroso, os voluntários foram divididos em dois grupos: no primeiro, os participantes passavam o tempo resguardados em ambientes com calefação, sem se exporem à neve ou à chuva. No segundo grupo, os participantes eram expostos à chuva, à neve e aos ventos cortantes.

Nenhum desses trabalhos jamais demonstrou que a exposição às intempéries aumentasse a incidência de infecções respiratórias. Ao contrário, diversos pesquisadores encontraram maior freqüência de gripes e resfriados entre os que eram mantidos em ambientes fechados.

Numa cidadezinha do interior da Holanda, na segunda metade do século XVII, um dono de armarinho chamado Antoni Leeuwenhoek, que tinha como distração estudar lentes de aumento, montou um aparelho que aumentava o tamanho dos objetos. Por uma curiosidade particular, dessas que costumam mudar os rumos da ciência, Leeuwenhoek, em vez de usar seu microscópio rudimentar para ampliar coisas pequenas, como patas de mosquitos, olhos de mosca ou buracos de cortiça, conforme faziam os ingleses naquela época, procurou as invisíveis. Examinou uma gota de chuva, a própria saliva, uma gota de seu esperma e ficou estarrecido com o que seus olhos viram.

Relatou assim suas descobertas: "No ano de 1675, em meados de setembro (...) descobri pequenas criaturas na água da chuva que permaneceu apenas alguns dias numa tina nova pintada de azul por dentro (...) esses pequenos animais, a meu ver, eram 10 mil vezes menores do que a pulga-d'água, que se pode ver a olho nu".

Mais de 300 anos depois da descoberta dos micróbios, ainda continuamos a atribuir à pobre friagem a causa de nossas desventuras respiratórias. Convenhamos, não fica bem!

Esquecemos que resfriados e gripes são doenças causadas por vírus e que sem eles é impossível adquiri-las. Aceitamos passivamente que o sereno faz mal quando cai em nossas cabeças e que o vento em nossas costas nos deixa doentes, sem pensarmos um minuto na lógica de tais afirmações. Qual o problema se algumas gotas de sereno se condensarem em nosso cabelo? E o vento? Por que só quando bate nas costas faz mal? Na frente não?

Gripes, resfriados e outras infecções respiratórias são doenças infecciosas provocadas por agentes microbianos que têm predileção pelo epitélio do aparelho respiratório. Quando eles se multiplicam em nossas mucosas, o nariz escorre, tossimos, temos falta de ar e chiado no peito. A presença do agente etiológico é essencial; sem ele podemos sair ao relento na noite mais fria, chupar gelo o dia inteiro ou apanhar um ciclone nas costas sem camisa, que não acontecerá nada, além de sentirmos frio.

A maior incidência de infecções respiratórias nos meses de inverno é explicada simplesmente pela tendência à aglomeração em lugares com janelas e portas fechadas para proteger do frio. Nesses ambientes mal ventilados, a proximidade das pessoas facilita a transmissão de vírus e bactérias de uma para outra.

A influência do ar condicionado na incidência de doenças respiratórias, entretanto, não segue a lógica anterior. A exposição a ele realmente favorece o aparecimento de infecções respiratórias agudas, mas não pelo fato de baixar a temperatura do ambiente (o ar quente exerce o mesmo efeito deletério), e sim porque o ar condicionado desidrata o ar e resseca o muco protetor que reveste as mucosas das vias aéreas. O ressecamento da superfície do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que atacam germes invasores, predispondo-nos às infecções.

Drauzio Varella é médico e esritor. Este artigo foi publicado em seu site - www.drauziovarella.com.br




 
Adicionar legenda
 
"Engraçado como os costumes são diferentes em cada família,respeito cada um,mas que tal procurar pesquisar mais e entender de uma vez por todas que gripes e resfriados são transmitidos por vírus e não por água gelada! e andar descalço então? Quer coisa mais gostosa do que pisar no chão,na grama,na areia?
E a criança que tem bronquite? Algumas são colocadas dentro de lugares fechados,sem vento para não ter crise...Eu tenho bronquite e quando era pequena ,nas minhas crises,tudo o que eu mais queria era sentir o vento,deitar no chão gelado do banheiro,me refrescar com água fria e beber água gelada para aliviar a falta de ar!" 

Atualizando: Segue o link de um outro texto com informações sobre o que é gripe:
 https://pediatriadescomplicada.com/2016/07/04/nao-pega-esse-vento-gelado-menino-o-tempo-frio-causa-gripe/

Um show incrível na sua festa: Mad Science




O aniversário do seu pequeno(a) está chegando e você não faz a mínima ideia de como fazer uma festa diferente? Que tal com um show da Mad Science? Uma referência mundial em entretenimento educativo infantil que está presente em 29 países.

A Mad Science tem o compromisso de garantir não só a diversão, mas a informação da criançada, estimulando seu interesse pelo conhecimento. Para isso, conta com um time único de cientistas malucos, os responsáveis por comandar toda a experiência.

Além dos shows, oficinas de marketing cultural e espetáculos, como o Circo Científico, que são um verdadeiro sucesso, a Mad Science tem opções de atrações para tornar o aniversário o aniversário da criançada um dia inesquecível.

Os cientistas malucos levam o mundo da ciência divertida para a festinha com shows pra lá de interativos que cativam as crianças e surpreendem os adultos. São muitas as opções para comemorar em grande estilo. É só escolher a atividade que mais combina com o seu filho(a). Olha só:
OFICINAS CIENTÍFICAS
Atividades mãos na massa, para festas com até 15 crianças.
  • DINOSSAUROS (RAWWWR) Para as crianças sentirem-se verdadeiros paleontólogos! Com direito à busca por fósseis e tudo mais.
  • CIÊNCIASUPER DIVERTIDA Experiências dinâmicas que fazem a criançada aprender enquanto se diverte.
  • ESPAÇO SIDERAL Uma apresentação pra lá de especial (ou espacial?) que faz as crianças entenderem um pouco mais sobre o espaço.
  • LABORATÓRIO DE AGENTE SECRETO A fantasia, o mistério e a adrenalina do mundo dos agentes secretos em uma atividade interativa e desafiadora.
OFICINAS VIP CIENTÍFICAS
Uma atividade inovadora e diferenciada, ideal para festas com até 30 crianças.
  • O MUNDO GELADO Uma incrível jornada com experiências congelantes.
  • SHOWS MAD SCIENCE Shows super divertidos que vão fazer a alegria da criançada.
  • BRILHANDO NO ESCURO Eletrizante: as crianças ficam encantadas com os incríveis efeitos brilhantes das experiências.
  • BRINCANDO COM O AR Um show que mostra os efeitos doar e da pressão atmosférica, com muitas bolhas de sabão: grandes, pequenas e até quadradas.
  • FÍSICA DIVERTIDA De maneira interativa, o show leva as melhores experiências da TV para sua festa.
SHOWS VIP’S
 Para grandes plateias, grandes produções. Shows incríveis de produções especiais de nosso laboratório.
  • WATCHATCHÁ Um pocket-show do espetáculo estrelado pela Veja SP, no teatro Folha.
  • FEITICEIROS MIRINS Um show que é pura magia! Ideal para comemorar o Halloween ou brincar de Harry Potter.
  • O CIRCO CIENTÍFICO Um pocket-show de um dos espetáculos de maior sucesso da Mad Science, que já esteve no teatro Folha e teatro Promon.
 
Tem muita coisa legal! Melhor que festa de aniversário divertida, só festa de aniversário divertida e educativa. Até os adultos adoram! E o diretor da Mad Science, Dany Artel, explica o segredo: "Em todas nossas ações, despertamos o interesse pelo incrível mundo da ciência. Brincando e aprendendo, as crianças se apaixonam por resolver problemas".
 
Espero que tenham gostado da dica!
Para saber mais sobre a Mad Science ou entrar em contato com os cientistas malucos, acesse madscience.com.br